fevereiro 11, 2026
TESÃO DE SEGUNDA #1 - BUCETA PRETINHA
fevereiro 09, 2026
A VIDA COMO ELA É #1 - MARIDO COROA E BROCHA
- Maridinho chifrudo! Isso é para você sentir o que eu passo lá no escritório todos os finais de tarde.
A coisa lá é muito dura. O chefe só me libera se eu dar para ele e para o gerente. Eles passam na minha mesa e falam para eu ir lá em cima "bater o ponto". As rolas dos chefes são enormes, duras e eles metem muito gostoso.
fevereiro 06, 2026
PEDRINHO - O MARIDO DE ALUGUEL " PAU PRA TODA OBRA"
fevereiro 04, 2026
PAGOU A DÍVIDA DO MARIDO METENDO COM O AGIOTA
- Tai a solução, ela paga sua dívida!
Como assim, perguntou ele.
- Conheço sua esposa, ela é jovem, bonita, morena, peitão, bundinha redondinha e firme, um tesão de mulher... pode pagar com o corpinho dela! Você me deve 30 mil vamos fazer cada foda por mil, então vou meter com sua esposa 30 vezes.
- Você bebeu! Ela não vai topar uma loucura dessas.
- Converse com ela. Se ela te ama e te quer vivo, fará isso por você!
No dia seguinte ele mandou um “zap” dizendo que a esposa tinha topado e que preferia que os “pagamentos” fossem na minha casa.
- Vamos começar logo então...amanhã no final da tarde.
Como combinado, no dia seguinte aguardei o casal em casa. Os recebi, fomos para a sala, sentei-me no sofá e eles se sentaram em frente. A esposa nervosa não me encarava. Ela de vestido branco transparente, estava linda. Eu fiquei os observando em silencio e para quebrar o gelo falei:
– Vamos começar brincando assim: cada um de nós tira uma peça de roupa bem devagar e o maridão assiste. Você começa!
Ela se assustou, mas sem dizer nada tirou o vestido, eu a calça e a cueca, ela o sutiã e a calcinha. Uau! Que visão - Uma buceta peludinha, bicos grandes e negros... Meu pau ficou duro como pedra.
– Agora venha aqui e me chupa.
Ela começou alisando meu pau, passou a língua na cabeça, nas bolas, a esposa do devedor chupava com maestria. Engoliu pouco menos que a metade...
– Eu quero mais!
Ela abocanhou, babou no meu pau inteiro mais não era o suficiente:
– Coloca inteiro na boca!
– É muito grande, não dá da não, falou ela meio engasgada, babada, com a maquiagem em volta dos olhos borrada pelas lagrimas que escorriam no esforço de botar meu pau na boca.
O marido olhava aquilo com cara de tesão. Falei para ele:
- Está te incomodando? Com ciúmes dela? Ou está tesão me ver comendo sua esposa? Fique à vontade para bate uma punheta.
Dei um tapa na cara dela e mandei ela dizer para o marido que ela era minha puta e que eu era seu dono até pagarem a dívida.
– Amor, estou te fazendo de corno, mas é para nosso bem tá! É para pagar a dívida que você fez!
Dei mais dois tapas na cara dela e mandei ela dizer para o marido o que estava sentindo.
– Estou com muito tesão de chupar o pau dele e ver você batendo uma punheta.
Levei ela para o quarto, coloquei na posição de frango assado e comecei a chupar a buceta meladinha. Coloquei a cabeça do meu pau na portinha e chamei o marido pra ver:
– Olha como eu vou foder a buceta da sua cadelinha!
Enfiei meu pau de uma vez, até o talo, e comecei a bombar rápido. Ela gritava e gemia bem alto, eu apertava os seus peitos e alisava seu corpo delicioso.
Tirei meu pau da buceta, peguei ela pelos cabelos e a fiz ajoelhar. Fiquei de pé na cama e meti na boca dela na frente do marido que já tinha gozado na punheta. Ela engolia meu pau olhando para a cara dele.
– Olha aqui seu corno como ela chupa meu pau. Ela nunca te chupou assim né?
Deitei-me na cama e mandei ela cavalgar de frente para o corno, fiquei apertando seus bicos enquanto ela socava meu pau. O marido foi à loucura vendo-a pular de frente para ele, a esposa gritava muito! Depois de um tempo coloquei ela de lado e meti mais ainda.
– Bata punheta corno, mas não pode tocar nela!
Continuei fodendo a cadelinha que tocava o grelinho com o meu pau dentro da buceta. Ela gozou e logo em seguida também gozei. Nos dois ficamos deitados, esperei uns minutos para me recompor e me levantei da cama:
– Pronto, primeira parcela paga!
Se ela der o cuzinho eu abato mais mil reais.
- Você topa amor? Pense bem, ele tem um pau bem grande vai doer.
Com cara de tesão ela respondeu:
- Sim topo! Sem problemas eu dar o cuzinho para ele amor e ainda abatemos mais um pouco da dívida, né!
Ela voltou a chupar meu pau até ficar duro. Ela ficou de quatro empinou e abriu a bunda para mim, chupei o seu cuzinho, enfiei dois dedos, coloquei a ponta da cabeça e meti sem dó. A esposinha gritava de dor e prazer. Fui aumentando a velocidade, o cu dela apertava meu pau até gozar. Tirei a camisinha suja de merda e ordenei que ela ajoelhasse e fiz chupar meu pau. O corno me pediu que eu não gozasse na cara dela. Não deu tempo - soltei dois jatos de porra dentro da boca da esposinha e gozei o resto nos peitos, deitou-se na minha cama e disse que tinha rasgado ela inteira e que não estava aguentando de dor no cu todo assado!
– Pronto duas parcelas do carnê estão pagas. Leva ela para casa e cuida da buceta e do cuzinho dela que logo, logo tem mais.
Ela colocou o vestido e foram embora. Na semana seguinte o marido mandou mensagem dizendo que a mulher queria pagar mais algumas parcelas da dívida!
fevereiro 02, 2026
DESPEDIDA DE SOLTEIRA TERMINA EM ORGIA
janeiro 30, 2026
janeiro 26, 2026
AMO MEU MARIDO JAPONÊS DE PAU PEQUENO
Somos do interior de São Paulo. Ele trabalha na capital e aos finais de semana ficamos juntos e nos divertimos muito na noite paulistana.
Toda vez que vou a Sampa ele me presenteia com roupinhas ousadas, decotadas, minissaias curtinhas, shortinhos apertados que marcam bem a buceta. Adora que eu vista e passeie pela cidade com elas.
Ele sabe que gosto muito dele, mas que não supre minhas necessidades sexuais. Não é como eu gosto. É preciso muito mais para aplacar meu fogo. O maior motivo é o pau dele que é pequeno e não me satisfaz. Fica “sambando”, folgado lá dentro e não sinto nada. Ele sabe entende e colabora – Ele me deixa cornea-lo.
Em matéria de sexo é muito criativo e como falei liberal – tem tesão que eu seja hotwife, me ver com outros homens. Sempre fala no meu ouvido:
– Amor, arrombadinha pelo pau de outro macho, você fica mais gostosa e satisfeita!!!
No ultimo final de semana ele me presenteou com um quimono de seda de gueixa, me vestiu e pediu para eu servir a um amigo negro. Assim que o negão chegou e abaixou a calça me deu medo, me assustou. Sou apertadinha e o pau dele era descomunal. Antes de dar para ele, pedi ajuda ao meu marido.
O que ele mais adora fazer é me preparar para receber o pau de um comedor. Ele capricha chupando e melando minha boceta e meu cuzinho e na mamada deixando o pau do comedor bem duro, pronto para foder à bocetinha da esposinha.
Depois da gozada gostosa, que estou bem arrombadinha, suada e suja de porra ele faz questão de me chupar e limpar bem a porra da buceta. Faz espontaneamente, mas se eu ordenar ele faz com mais prazer ainda.
Amo meu japonês corninho… Você que leu nossa historinha hot está louco parar ser amigo dele, não é?
NO RETORNO PARA CASA METI COM MEU PADRASTO
janeiro 22, 2026
O CUNHADO DE PERDER A CABEÇA E O CABAÇO
Minha irmã Paty estava casada há poucos meses com Claudio e eu achava o meu cunhado um gato. Eu babava quando o via só de sunguinha no clube que frequentávamos. Babava e sonhava. Certo dia, começo da tarde de um sábado, cheguei à casa da Paty e entrei pela porta do fundo, fui em direção a sala e ouvi sussurros e gemidos. Era minha irmã de quatro no sofá tomando vara do meu cunhadinho. Meu corpo incendiou. Fiquei escutando e espiando a foda dos dois. No auge, corri pro banheiro e toquei uma siririca. Gozei, mas o que eu queria mesmo era um orgasmo de pica na bucetinha virgem, eu nem imaginava como era ainda.
Fiquei com vontade louca de transar com o cunhadinho. Volta e meia eu melava as pernas, pensando em dar para ele. Não pensava em mais nada. Perder o cabaço com ele era minha prioridade, eu sonhava com aquela pica dentro de mim.
Surgiu uma oportunidade. Fomos acampar numa estação turística bem próxima a Salesópolis. Um paraíso. O dia transcorreu normalmente com brincadeiras gerais e algumas atrevidas de minha parte para com ele e sentia que era sutilmente correspondida. Sentia em certos momentos o olhar atrevido dele despindo minha tanguinha. Á tardinha, o lugar foi ficando deserto. Acho que só nós é que íamos ficar acampados. Minha mãe e minha irmã escolheram ficar na barraca mais espaçosa. Meu pai, muito calorento, resolveu ficar alojado na van. Esqueceram de nós. Nem fiz questão de chamar a atenção.
Ficamos bebendo e conversando e em determinado momento deu vontade de fazer xixi. Demonstrei medo e meu cunhado se propôs a me acompanhar. Eu usava uma calcinha minúscula e apenas a canga fazendo-se de saia. Resolvi fazer a céu aberto protegida em parte pela escuridão e olhar indiscreto do cunhadão. Abaixei a calcinha, agachei-me desequilibrei...ele brincando perguntou se queria ajuda. Prontamente respondi que sim. Ele se abaixou à minha frente, lentamente foi puxando mais minha calcinha e à medida que ia me desnudando, nua da cintura pra baixo, só de blusinha, minha xaninha ficava a mostra:
Mija, disse ele.
Abaixei e derramei o xixi.
- Posso te enxugar?
- Claro!
Ele veio com a mão espalmada e passou dois dedos pela minha bocetinha.
- Está molhadinha.
Claudio abaixou, pegou a ponta da camiseta e enxugou. Arrepiei mais do que já estava, xota bem meladinha, e ele tirou a sunga e exibiu a pica.
- Quer chupar?
- Sim!
Ele se agachou e meteu a rola na minha boca, depois me segurou e pincelava com a rola minha boceta. Desde o botãozinho até o umbigo. Eu delirava e tremia. Senti a cabeçorra da vara na minha boceta. Entrou uns três centímetros, se muito, meu cabaço ainda intacto. Ele calou a minha boca num beijo, forçou a vara e me travou a língua. Depois ficou brincando, para cima e para baixo. Era bom demais. Melava. Sentia escorrer. Num tranco mandou quase ou um pouco mais da metade do pau na minha fendinha. Senti vertigem, parecia que a bucetinha queimava em fogo. Era o cabaço rompendo, estava sendo penetrada pela primeira vez, verdadeiramente fodida. Mas a sensação compensava tudo. Mas queria sair, quando estava quase fora do cacete, senti um novo puxão.
Dessa vez, caraca, fui até lá embaixo. Que delícia.
Deu-me mais umas três ou quatro estocadas e me segurou embaixo. Beijo forte na boca. Aquietou-me, e em segundos senti o jato de porra me invadindo. O pau latejava e o jorro vinha. Quente. Uma, duas, três vezes. Esvaziou-se pensei.
Deu-me um beijo sôfrego, afrouxou as mãos, deixou-me liberta. Aproveitei e me soltei, A boceta ainda doía. Mijei, agora para valer.
Assim que terminei me agarrou de novo levei mais cinco minutos de vara. Gozou, de novo aquele jato quente. Senti prazer, um gozo ligeiro.
Foi bom demais. Ficamos assim juntos, de vara enfiada até o saco, uns minutos, suspirando e admirando a lua prateada. Voltamos e fomos dormir.
Na madrugada avançada, senti as mãos dele me procurando. Foi me ajeitando, colocando me na posição de foda sem saber se eu queria ou não. Queria. O desejo foi aflorando e eu, meladinha, fui ficando pronta para outra. Levei ferro na madrugada, calada para não fazer escândalo.
Agora, fodida lentamente, no calor do tesão. Fui me embalando em desejos até alcançar o clímax.
Aprendi o que era gozar. Ai que vontade de gritar. Mas haveria tempo para isso. E houve tantos. Agora mesmo, estou indo para casa dele. Ser feliz de fato e de direito.
Que delícia de cunhado, ainda bem que será outra foda maravilhosa!













