fevereiro 09, 2026

A VIDA COMO ELA É #1 - MARIDO COROA E BROCHA


Leitora do New Seximaginarium confessa:  "Meu marido é bem mais velho e já não mete. Sábado passado sai à noite com meu chefe e, além de chegar com a calcinha molhada, trouxe um presente para meu marido: a camisinha cheia de porra com minha aliança dentro. Obriguei o corno a tirar a aliança de dentro da camisinha com a língua e colocá-la no meu dedo e disse: 

- Maridinho chifrudo! Isso é para você sentir o que eu passo lá no escritório todos os finais de tarde. 

A coisa lá é muito dura. O chefe só me libera se eu dar para ele e para o gerente. Eles passam na minha mesa e falam para eu ir lá em cima "bater o ponto". As rolas dos chefes são enormes, duras e eles metem muito gostoso. 

fevereiro 06, 2026

PEDRINHO - O MARIDO DE ALUGUEL " PAU PRA TODA OBRA"

Me lembro que as segundas-feira Maria trazia seu filho jovem para fazer pequenos serviços aqui em casa. Acordei, fui até a cozinha e no caminho, passando pela área de serviço, vi Pedrinho se trocando, só de cueca e percebi o volume da pica!! 
Fiquei hipnotizada e com vontade daquela rola... 
Chamei o garotão para o meu quarto, dei uma desculpa de que as portas do armário estavam com problemas. Eu estava na cama de camisola transparente, peitos quase para fora, percebi que ele estava começando a se excitar, me olhava com uma cara de safado, então resolvi abrir o jogo - disse que estava com tesão e que queria tocar naquele mastro. Ele abaixou a calça, fiquei massageando e logo meti a boca, um boquete delicioso. 
Depois de um tempo chupando aquela delícia, Pedrinho me mandou ficar de quatro. Obedeci sem pensar duas vezes. Ele deu uma cuspida no meu cuzinho que estava piscando a espera daquela pica, meteu 3 dedos de uma vez para ver se eu aguentava. Depois meteu a pica sem dó, fudendo bem gostoso e eu gemendo feito uma putinha e rebolando naquele pau. Quando estava para gozar colocou minha boca na pica dele e esporrando jatos e jatos de porra, mandando eu tomar tudinho como uma putinha obediente. 
Após esse dia pedi para meu marido contratar Pedrinho como “marido de aluguel”. 
Em casa as coisas quebram muito!

fevereiro 04, 2026

PAGOU A DÍVIDA DO MARIDO METENDO COM O AGIOTA


Me chamo Caio e ganho a vida emprestando dinheiro para quem está fodido, cheio de dívida. Um dos devedores me procurou para dizer que não tinha como pagar o empréstimo. Vendeu carro, joias, eletrodoméstico, mas não sobrou grana... Disse a ele que se virasse e me trouxesse logo uma solução. Chorou e me falou que perdeu tudo e a única coisa que tinha na vida era a esposa. 

- Tai a solução, ela paga sua dívida! 

Como assim, perguntou ele. 

- Conheço sua esposa, ela é jovem, bonita, morena, peitão, bundinha redondinha e firme, um tesão de mulher... pode pagar com o corpinho dela! Você me deve 30 mil vamos fazer cada foda por mil, então vou meter com sua esposa 30 vezes.

- Você bebeu! Ela não vai topar uma loucura dessas.

- Converse com ela. Se ela te ama e te quer vivo, fará isso por você!

No dia seguinte ele mandou um “zap” dizendo que a esposa tinha topado e que preferia que os “pagamentos” fossem na minha casa. 

- Vamos começar logo então...amanhã no final da tarde.

Como combinado, no dia seguinte aguardei o casal em casa. Os recebi, fomos para a sala, sentei-me no sofá e eles se sentaram em frente. A esposa nervosa não me encarava. Ela de vestido branco transparente, estava linda. Eu fiquei os observando em silencio e para quebrar o gelo falei: 

– Vamos começar brincando assim: cada um de nós tira uma peça de roupa bem devagar e o maridão assiste. Você começa!

Ela se assustou, mas sem dizer nada tirou o vestido, eu a calça e a cueca, ela o sutiã e a calcinha. Uau! Que visão - Uma buceta peludinha, bicos grandes e negros... Meu pau ficou duro como pedra.

– Agora venha aqui e me chupa.

Ela começou alisando meu pau, passou a língua na cabeça, nas bolas, a esposa do devedor chupava com maestria. Engoliu pouco menos que a metade...

– Eu quero mais!

Ela abocanhou, babou no meu pau inteiro mais não era o suficiente:

– Coloca inteiro na boca!

– É muito grande, não dá da não, falou ela meio engasgada, babada, com a maquiagem em volta dos olhos borrada pelas lagrimas que escorriam no esforço de botar meu pau na boca. 

O marido olhava aquilo com cara de tesão. Falei para ele:

- Está te incomodando? Com ciúmes dela? Ou está tesão me ver comendo sua esposa? Fique à vontade para bate uma punheta. 

Dei um tapa na cara dela e mandei ela dizer para o marido que ela era minha puta e que eu era seu dono até pagarem a dívida.

– Amor, estou te fazendo de corno, mas é para nosso bem tá! É para pagar a dívida que você fez!


Dei mais dois tapas na cara dela e mandei ela dizer para o marido o que estava sentindo.

– Estou com muito tesão de chupar o pau dele e ver você batendo uma punheta.

Levei ela para o quarto, coloquei na posição de frango assado e comecei a chupar a buceta meladinha. Coloquei a cabeça do meu pau na portinha e chamei o marido pra ver:

– Olha como eu vou foder a buceta da sua cadelinha!

Enfiei meu pau de uma vez, até o talo, e comecei a bombar rápido. Ela gritava e gemia bem alto, eu apertava os seus peitos e alisava seu corpo delicioso. 

Tirei meu pau da buceta, peguei ela pelos cabelos e a fiz ajoelhar. Fiquei de pé na cama e meti na boca dela na frente do marido que já tinha gozado na punheta. Ela engolia meu pau olhando para a cara dele.

– Olha aqui seu corno como ela chupa meu pau. Ela nunca te chupou assim né?

Deitei-me na cama e mandei ela cavalgar de frente para o corno, fiquei apertando seus bicos enquanto ela socava meu pau. O marido foi à loucura vendo-a pular de frente para ele, a esposa gritava muito! Depois de um tempo coloquei ela de lado e meti mais ainda.

– Bata punheta corno, mas não pode tocar nela! 

Continuei fodendo a cadelinha que tocava o grelinho com o meu pau dentro da buceta. Ela gozou e logo em seguida também gozei. Nos dois ficamos deitados, esperei uns minutos para me recompor e me levantei da cama:

– Pronto, primeira parcela paga! 

Se ela der o cuzinho eu abato mais mil reais.

- Você topa amor? Pense bem, ele tem um pau bem grande vai doer.

Com cara de tesão ela respondeu:

- Sim topo! Sem problemas eu dar o cuzinho para ele amor e ainda abatemos mais um pouco da dívida, né!

Ela voltou a chupar meu pau até ficar duro. Ela ficou de quatro empinou e abriu a bunda para mim, chupei o seu cuzinho, enfiei dois dedos, coloquei a ponta da cabeça e meti sem dó. A esposinha gritava de dor e prazer. Fui aumentando a velocidade, o cu dela apertava meu pau até gozar. Tirei a camisinha suja de merda e ordenei que ela ajoelhasse e fiz chupar meu pau.  O corno me pediu que eu não gozasse na cara dela. Não deu tempo - soltei dois jatos de porra dentro da boca da esposinha e gozei o resto nos peitos, deitou-se na minha cama e disse que tinha rasgado ela inteira e que não estava aguentando de dor no cu todo assado!

– Pronto duas parcelas do carnê estão pagas. Leva ela para casa e cuida da buceta e do cuzinho dela que logo, logo tem mais.

Ela colocou o vestido e foram embora. Na semana seguinte o marido mandou mensagem dizendo que a mulher queria pagar mais algumas parcelas da dívida!


fevereiro 02, 2026

DESPEDIDA DE SOLTEIRA TERMINA EM ORGIA

A minha despedida de solteira deu numa orgia em que eu gozei como nunca tinha imaginado. Foram as minhas amigas que tudo organizaram. 
A primeira surpresa foi quando surgiram dois acompanhantes masculinos, um branco e um negro, ambos nus e com os pénis erectos, dançando ao som da musica, exibindo-se e oferecendo-nos os seus caralhos. 
Nunca tinha visto a pica dum negro ao vivo, que enorme, tanto em comprimento como em grossura, pensei; quanto uma mulher sofreria para algo semelhante entrar nela; mal imaginava eu que nessa noite iria mesmo aguentar o pau daquele negro. 
As minhas amigas agarravam-nos e algumas metiam-nos na boca. Eu tinha vergonha, havia pegado apenas no do meu namorado, não me atrevia a pegar em nenhum deles, mas quando o negro chegou junto de mim e não só ele como a Célia tanto insistiram, que lhe peguei, insistiram depois para o meter também na boca. Com as amigas a gritar: mete na boca e, como já estava bastante excitada fechei os olhos e meti mesmo, chupando aquele rolo de carne tão rija como uma pedra. 
Vi que uma das amigas estava a ser penetrada, todas a verem como aquilo entrava nela; ao retirar o pau da minha boca logo ele se dirigiu a uma outra, não tardando a penetrá-la; parecendo-me que o gozo dela era enorme. 
A Célia junto de mim indagou: estás gostando da tua festa? 
Deixa ver o gosto que tem a pica do negro, que eu ainda não chupei! 
E sem eu esperar uniu os seus lábios aos meus beijando-me de língua. Desconhecia esta faceta da Célia, eu que nunca tinha beijado de língua uma mulher, confesso que até gostei. Contudo a Célia não ficou por ali, meteu a mão entre as minhas pernas e, os seus dedos afastaram-me os lábios vaginais, exclamando: 
Estás mesmo molhadinha! Deixa provar o teu suco! 
Levantou-me o vestido, despiu-me as cuecas, afirmando que já todas as tinham despido; começando a beijar-me a cona e a chupar-me o clitóris. 
Foi a vez do acompanhante branco se chegar a mim para eu também chupar, o que não exitei em fazer. Devido à excitação provocada pelo minete da Célia, excitação aumentou tanto com o bouquete, que obtive um intenso orgasmo, deixando-me inanimada. 
Recompõe-te que a festa é tua, disse a Célia. Tens que dar a cona ao negrão! Vou já chama-lo. 
Eu gostava de experimentar aquele pausão, mas receava ficar arrombada; e depois o meu marido notar, mas aceitei! Foi na posição de 4 que a pica negra entrou em mim; teve de abrir o canal à sua medida, sentia-me rasgar; mas depois que delicia, não sei se entrou tudo, com as estucadas batia fortemente no útero: no vai vem, aquilo roçava-me continuadamente no clitóris e, os orgasmos não paravam; as minha amigas observavam e aplaudiam, eu sentia-me desmaiar, pedi que parasse, necessitava recompor-me de novo.
Célia acarinhava-me, dizendo-me ao ouvido: 
Não vai ficar só por aqui, perguntando-me em seguida! Já deste o cuzinho? 
Sim, uma única vez, ao meu namorado. 
Não queres experimentar o chourição do negro? 
Nem penses, aquilo é muito grosso, meu rico cuzinho. 
Eu tenho um lubrificante muito bom. 
E DP já fizeste-te? 
O que? dois caralhos dentro de mim? 
Sim um na cona e outro no cuzinho. eu já fiz e achei uma delícia. 
Fiquei curiosa. qual a posição mais cómoda? 
Um deles deita-se de costas sobre a mesa e tu deitas sobre ele, umbigo com umbigo, esse mete na cona e o outro mete no cuzinho. 
Sim, faço, mas o cuzinho é para o branco. 
Experimenta o chourição e se não aguentares mudas. 
Concordei; coloquei-me umbigo com umbigo sobre o acompanhante branco, com ele metendo na cona, enquanto a Célia untava o meu cuzinho e a pica do negro; este meteu um dedo e depois dois. eu estava disposta a aguentar custasse o que custasse, pois era observada num profundo silencio. senti a cabeça roçar nas pregas e cheia de tesão aguardei o arrombamento: quando a cabeça entrou dei um grito, mas aguentei e serrei os dentes, aquilo era muito grosso! pedi: 
Mete devagar. com o negro em cima de mim, foi metendo e eu com os dentes serrado fui aguentando, até que em coro ouvi aplaudirem: 
Já entrou tudo. respirei fundo, tinha aguentado.
Meu actual marido não faz ideia do que ali ocorreu. 

Lara Pimenta comentou:
A minha despedida de solteira também foi uma verdadeira orgia, mas aconteceu um caso que me perturbará durante toda a vida. NÃO SEI SE A MINHA FILHA É OU NÃO FILHA DO MEU MARIDO. Na despedida de solteira houve realmente pratica de sexo, tal como eu julgo que sucede em todas ou quase todas as despedidas. Um dos acompanhantes era um gatarrão que todas queriam experimentar e, eu evidentemente tendo a primazia, quis aproveitar o melhor possível aquela noite ainda em solteira. Quando nas penetrações era de facto exigido o uso de camisinha, mas devido certamente à maior grossura do membro, a camisinha rompeu-se e, embora ele houvesse tirado, uma parte do esperma ficou dentro de mim. Casei-me dois dias depois, relacionando-me sexualmente com o meu marido e a menstruação nunca mais apareceu. Estava grávida. De quem? Do meu marido ou do acompanhante? O meu marido não sabe o que se passou na despedida de solteira, portanto está convicto que a bebé nascida, é filha dele, mas em mim há esta duvida que me atormenta; e mais ainda porque é algo que fica só comigo, pois não me atrevo a contar-lhe o ocorrido.

janeiro 26, 2026

AMO MEU MARIDO JAPONÊS DE PAU PEQUENO

Sou sansei, descendente de japoneses, 40 aninhos, seios médios, bumbum bonitinho, coxas não muito grossas, obediente, submissa, uma verdadeira gueixa. Sou casada com um japonês legítimo, maduro, 60 anos, liberal, obediente, corno mansinho compreensivo e incentivador.
Somos do interior de São Paulo. Ele trabalha na capital e aos finais de semana ficamos juntos e nos divertimos muito na noite paulistana.
Toda vez que vou a Sampa ele me presenteia com roupinhas ousadas, decotadas, minissaias curtinhas, shortinhos apertados que marcam bem a buceta. Adora que eu vista e passeie pela cidade com elas.
Ele sabe que gosto muito dele, mas que não supre minhas necessidades sexuais. Não é como eu gosto. É preciso muito mais para aplacar meu fogo. O maior motivo é o pau dele que é pequeno e não me satisfaz. Fica “sambando”, folgado lá dentro e não sinto nada. Ele sabe entende e colabora – Ele me deixa cornea-lo.
Em matéria de sexo é muito criativo e como falei liberal – tem tesão que eu seja hotwife, me ver com outros homens. Sempre fala no meu ouvido:
– Amor, arrombadinha pelo pau de outro macho, você fica mais gostosa e satisfeita!!!
No ultimo final de semana ele me presenteou com um quimono de seda de gueixa, me vestiu e pediu para eu servir a um amigo negro. Assim que o negão chegou e abaixou a calça me deu medo, me assustou. Sou apertadinha e o pau dele era descomunal. Antes de dar para ele, pedi ajuda ao meu marido.
O que ele mais adora fazer é me preparar para receber o pau de um comedor. Ele capricha chupando e melando minha boceta e meu cuzinho e na mamada deixando o pau do comedor bem duro, pronto para foder à bocetinha da esposinha.
Depois da gozada gostosa, que estou bem arrombadinha, suada e suja de porra ele faz questão de me chupar e limpar bem a porra da buceta. Faz espontaneamente, mas se eu ordenar ele faz com mais prazer ainda.
Amo meu japonês corninho… Você que leu nossa historinha hot está louco parar ser amigo dele, não é?

NO RETORNO PARA CASA METI COM MEU PADRASTO

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janeiro 22, 2026

O CUNHADO DE PERDER A CABEÇA E O CABAÇO


A primeira vez a gente nunca esquece. Sou Dani cunhadinha do Claudio, tenho uma irmã, Paty. Eu era virgem, cabaço mesmo, de beijo e tudo mais. Desses de se perder a cabeça. E o cabaço. Foi isso que acabou acontecendo.

Minha irmã Paty estava casada há poucos meses com Claudio e eu achava o meu cunhado um gato. Eu babava quando o via só de sunguinha no clube que frequentávamos. Babava e sonhava. Certo dia, começo da tarde de um sábado, cheguei à casa da Paty e entrei pela porta do fundo, fui em direção a sala e ouvi sussurros e gemidos. Era minha irmã de quatro no sofá tomando vara do meu cunhadinho. Meu corpo incendiou. Fiquei escutando e espiando a foda dos dois. No auge, corri pro banheiro e toquei uma siririca. Gozei, mas o que eu queria mesmo era um orgasmo de pica na bucetinha virgem, eu nem imaginava como era ainda. 

Fiquei com vontade louca de transar com o cunhadinho. Volta e meia eu melava as pernas, pensando em dar para ele. Não pensava em mais nada. Perder o cabaço com ele era minha prioridade, eu sonhava com aquela pica dentro de mim. 

Surgiu uma oportunidade. Fomos acampar numa estação turística bem próxima a Salesópolis. Um paraíso. O dia transcorreu normalmente com brincadeiras gerais e algumas atrevidas de minha parte para com ele e sentia que era sutilmente correspondida. Sentia em certos momentos o olhar atrevido dele despindo minha tanguinha. Á tardinha, o lugar foi ficando deserto. Acho que só nós é que íamos ficar acampados. Minha mãe e minha irmã escolheram ficar na barraca mais espaçosa. Meu pai, muito calorento, resolveu ficar alojado na van. Esqueceram de nós. Nem fiz questão de chamar a atenção. 

Ficamos bebendo e conversando e em determinado momento deu vontade de fazer xixi. Demonstrei medo e meu cunhado se propôs a me acompanhar. Eu usava uma calcinha minúscula e apenas a canga fazendo-se de saia. Resolvi fazer a céu aberto protegida em parte pela escuridão e olhar indiscreto do cunhadão. Abaixei a calcinha, agachei-me desequilibrei...ele brincando perguntou se queria ajuda. Prontamente respondi que sim. Ele se abaixou à minha frente, lentamente foi puxando mais minha calcinha e à medida que ia me desnudando, nua da cintura pra baixo, só de blusinha, minha xaninha ficava a mostra: 

Mija, disse ele. 

Abaixei e derramei o xixi.

- Posso te enxugar?

- Claro!

Ele veio com a mão espalmada e passou dois dedos pela minha bocetinha.

- Está molhadinha.

Claudio abaixou, pegou a ponta da camiseta e enxugou. Arrepiei mais do que já estava, xota bem meladinha, e ele tirou a sunga e exibiu a pica.

- Quer chupar?

- Sim! 



Ele se agachou e meteu a rola na minha boca, depois me segurou e pincelava com a rola minha boceta. Desde o botãozinho até o umbigo. Eu delirava e tremia. Senti a cabeçorra da vara na minha boceta. Entrou uns três centímetros, se muito, meu cabaço ainda intacto. Ele calou a minha boca num beijo, forçou a vara e me travou a língua. Depois ficou brincando, para cima e para baixo. Era bom demais. Melava. Sentia escorrer. Num tranco mandou quase ou um pouco mais da metade do pau na minha fendinha. Senti vertigem, parecia que a bucetinha queimava em fogo. Era o cabaço rompendo, estava sendo penetrada pela primeira vez, verdadeiramente fodida. Mas a sensação compensava tudo. Mas queria sair, quando estava quase fora do cacete, senti um novo puxão.

Dessa vez, caraca, fui até lá embaixo. Que delícia.

Deu-me mais umas três ou quatro estocadas e me segurou embaixo. Beijo forte na boca. Aquietou-me, e em segundos senti o jato de porra me invadindo. O pau latejava e o jorro vinha. Quente. Uma, duas, três vezes. Esvaziou-se pensei.

Deu-me um beijo sôfrego, afrouxou as mãos, deixou-me liberta. Aproveitei e me soltei, A boceta ainda doía. Mijei, agora para valer.

Assim que terminei me agarrou de novo levei mais cinco minutos de vara. Gozou, de novo aquele jato quente. Senti prazer, um gozo ligeiro.

Foi bom demais. Ficamos assim juntos, de vara enfiada até o saco, uns minutos, suspirando e admirando a lua prateada. Voltamos e fomos dormir.

Na madrugada avançada, senti as mãos dele me procurando. Foi me ajeitando, colocando me na posição de foda sem saber se eu queria ou não. Queria. O desejo foi aflorando e eu, meladinha, fui ficando pronta para outra. Levei ferro na madrugada, calada para não fazer escândalo.

Agora, fodida lentamente, no calor do tesão. Fui me embalando em desejos até alcançar o clímax.

Aprendi o que era gozar. Ai que vontade de gritar. Mas haveria tempo para isso. E houve tantos. Agora mesmo, estou indo para casa dele. Ser feliz de fato e de direito.

Que delícia de cunhado, ainda bem que será outra foda maravilhosa! 

janeiro 21, 2026

VEM QUE O MEU CUZINHO É TODO SEU

Excito-me quando você me fala ao pé do ouvido, palavras obscenas e repletas de tesão. Enlouqueço quando seguro teu cacete teso e esfrego-o no reguinho ou deixo entrar apenas a pontinha. Ardo e queimo, fazendo sexo contigo nas posições mais loucas e variadas. Mas sei que o teu maior desejo é possuir a minha bundinha e deleitar-se no fundo do meu cuzinho.
Você mal sabe que eu adoro, receber-te atrás e depois de tantas loucuras, te pedir, quase implorando:
- Fode o meu cuzinho!
Teu membro em riste e babando, fica duro como um ferro em brasa, grande, grosso e quente.
Muitos já provaram as delícias do meu corpo. Mas a melhor delas eu guardei e só pra você... Eu dou minha bunda. Outros já a quiseram, mas nunca ganharam! 


- Fode meu rabo! Segura meus ombros, aponta teu pau, puxe os meus cabelos e enterra!
Enterra até o fundo e fode! Dê-me tapas estalados na carne, quero tuas marcas de dedos na pele da bunda. Deixe-me as nádegas quentes e ardidas... Doídas!
- Safado... Fode o meu cu!
Possua-me de todos os jeitos, me sodomize até o fundo, de quatro, de lado, deitada e o melhor jeito de todos, um frango assado!


- Fode a minha bunda!
Devora o buraquinho tão desejado por ti e mexe em meu grelo, me leva a loucura e me faz gozar.
A dor, sentir teus centímetros entrando e a tua carne tesa me rasgando.
- Fode o meu cuzinho e o devora!
Ele é só teu e está faminto por vara, sedento por porra e piscando de tanto tesão!