dezembro 03, 2021

CORNO DESCONFIA DE COMO ESPOSA PERDEU O CABAÇO

 

Minha esposa contou-me que antes de casar foi violentada quando tinha 18 anos. 

Aconteceu numa noite de verão em Lisboa em que estava só e já deitada, totalmente nua, por alguém mascarado que entrou na casa dos pais. Disse que se gritasse a matava, amarrou-lhe as mãos, em seguida afastara-lhe as pernas, uma a cada lado da cama para mantê-las bem aberta e assim com a buceta exposta, meteu o pau. Depois em cima dela fartou-se de bombar até de madrugada. Por mais que pedisse para a deixar, continuou. 

Contou que ele tinha um pau muito grosso e com falta de lubrificação por não estar excitada, foi muito difícil aguentar as dores quando o pau entrou.  

Disse-me ainda que receou ficar grávida, mas felizmente não estava no período fértil. Antes do estuprador sair desamarrou-lhe as mãos, mas estava tão desfalecida que não tinha forças para ao menos se ir lavar, só o conseguiu depois de recuperar. 

Esperava que a perda da virgindade com um namorado ou o marido e lhe proporcionasse prazer, mas assim ficou traumatizada. Foram dores que nunca esquecerá. Lavou o lençol que havia ficado cheio de s

angue. Não contou aos pais nem a ninguém com receio de eles não acreditarem e acusarem-na de ter fodido com namorado que tinha naquela data. 

Isto foi o que me contou e que nunca chegou a saber quem foi. Eu é que duvido muito desta história, julgo sim que foi inventada para justificação de não estar virgem na noite de núpcias. 

Você acreditou?

julho 22, 2021

PORTUGUESITA DESCOBRE O SWING EM PARIS


Nunca imaginei que aos 35 anos e com uma filha de 10, iria entrar numa orgia sem o meu marido, que de nada suspeita.

Trabalho numa empresa multinacional, com sede em Paris e há cerca de 3 meses fui nomeada para fazer estágio na sede da empresa com a duração de 15 dias. Estagiavam também algumas colegas francesas, entre elas a Louise e a Elaine, também casadas, residentes em Paris, com as quais mantinha maior convivência. Na véspera de regressar a Portugal ofereceram-me um jantar despedida. Elas fizeram-se acompanhar dos respectivos maridos e de um colega do estágio chamado Jean. No fim do jantar, acompanhado de bom vinho, não sei qual delas sugeriu irmos a uma boate, aceitei, julgando ser uma boate normal, porém ao entrar vi ser uma boate swing. Quiz regressar ao hotel, mas elas alegaram nada haver de anormal pois com alguma frequência ali entravam. Sentamo-nos, observando uma stripper no varão e mais algumas bebidas ingerimos. Como lhes disse ser a primeira vez que havia entrado em semelhante boate, sugeriram mostrar-me o que se passava no primeiro andar. Era uma loucura, casais completamente nus praticavam sexo em conjunto, à vista de toda a gente, salas com buracos na parede, dos quais saiam pénis que mulheres chupavam ou eram penetradas sem saberem por quem, a luz era mínima, eu sentia mãos apalparem-me as partes intimas, não sabendo de quem e o mesmo acontecia com as colegas. Foi a Louise que me segredou! Tudo o que você vê aqui é normal. Perante aquele ambiente, as apalpadelas recebias, com as bebidas ingeridas, e sem foder há mais de 15 dias, sentia-me tão excitada que não me opus quando a Elaine sugeriu entrar para um reservado com uma cama redonda. Ela decerto estava também excitada, pois embora presente o próprio marido, abraçou o marido da Louise beijando-o, para em seguida se ajoelhar, tirar o pau dele para fora e fazer-lhe um boquete. O marido da Elaine agarrou na Louise, atirou-a para cama e caiu de boca entre as pernas dela. O Jean aproximou-se, abraçou-me e pela primeira vez troquei um beijo de língua sem ser com o meu marido. Ambos os casais já estavam nus e eu não me opus quando o Jean começou a despir-me, despindo-se ele também. Já ambas estavam a ser penetrara, cada uma com o marido da outra. Era excitante ver aqueles paus entrar nas suas conas, arregaçando os lábios vaginais, com elas gemendo e agitando-se debaixo deles. O Jean levou-me até à cama, onde me deitei de costas e abri as pernas para ele, não aguentava mais o desejo que sentia. Ele, porém, começou por me beijar os mamilos e só depois foi descendo até ao meio das minhas pernas, fixando a boca nos lábios vaginais e chupando o clitóris. Que saudades eu tinha de algo assim, pois logo obtive um orgasmo. Não dava atenção às colegas, ouvia elas gemer, e vi que cada uma cavalgava o marido a outra. Apesar do orgasmo desejava ser penetrada e foi o que Jean fez. Apenas ali havia entrado o pau do meu marido, parece-me ser mais grosso, depois dum delicioso vai vem, com mais um orgasmo, ele veio-se nos meus seios. Ainda estava em estase quando o marido da Elaine chegou junto do Jean e lhe disse: vai foder a minha mulher para eu experimentar a portuguesita; não queres fazer-me um boquete? Como tinha apenas chupado o meu marido, também quis experimentar, e lá lhe fiz o boquete gostoso, afirmando ele que eu chupava muito bem, seguidamente penetrou-me, perante o olhar da esposa com ela dizer: fode-a bem e o malvado veio-se dentro. Felizmente não tinha deixado de tomar o contracptivo. Foi a vez do marido da Louise dizer para ele sair de mim porque também pretendia experimentar-me, mas este queria meter no meu cusinho e a esposa insistia comigo para eu deixar, ainda aleguei não ter lubrificante, mas ela estava prevenida de forma que deixei para aliviar a cona que estava bastante dorida. Apesar de lubrificado custou a entrar, embora lentamente e ele com mão dedilhando o clitóris, fez-me gozar bastante. Quando entrou todo. ambas bateram as palmas. Exclamando! Já entrou todo. Agora goza no cuzinho dela!

Voltei para Portugal saciada e com saudades de Paris!

abril 28, 2021

SONHO DE UM CUCKOLD - CORNO MANSO


Minha esposa tem 30 anos. Sou um ano mais novo e ela gosta de homens mais velhos. Descobri que sou corno faz quatro anos, quando ela começou a chegar tarde em casa com a calcinha melada, buceta com cheiro de camisinha e sexo.

Uma noite esperei ela chegar em casa e pedi para ela me contar tudo, a verdade! Disse que no início saia com um cara mais velho, 48 anos, casado, e como trabalhavam próximo da praia, no horário de almoço saiam e transavam dentro do carro. Depois, fez muitas outras loucuras - metiam no estacionamento do supermercado, saia com dois homens, com casal e com mulheres. Fiquei muito excitado pelo que ela contou. Liberei para ela continuar me corneando, mas teria que me contar sempre o que acontecia, não podia fazer nada escondido.

Hoje ela está sozinha. Eu me acabo na punheta imaginando o comedor enchendo minha esposa de leite... ela chegando em casa com a calcinha melada de porra do macho, eu chupando a buceta, beijando a boca dela com gosto da rola do comedor.

Ainda não rolou, mas se rolar eu quero estar presente e quando o comedor estiver metendo nela de quatro, quero ficar por debaixo, sentindo o cheiro da foda. Quero que o macho soque na buceta, tire um pouco e coloque o pau tudo lambuzado na minha boca para eu chupar. Depois que o macho dela gozar na boquinha dela quero que ela passe tudinho para eu engolir. Outra coisa que quero é meter na bucetinha dela, depois que ele gozou dentro.

Mas tudo isso se ele encontrar um macho fixo.