Os meus pais vivem na província e compraram um apartamento que eu compartilhava com uma colega que também namorava.
Não havendo mais ninguém no apartamento os nossos namorados algumas vezes encontravam-se lá conosco, mas com presença uma da outra não havia mais nada além de beijos.
Aconteceu que um fim de semana a minha colega foi à província e o meu namorado apareceu. Como habitualmente houve a troca de beijos, mas depois, ambos sozinhos, aos poucos fomos indo mais além.
Ele começou acariciar-me e pediu-me para mostrar os seios e tão excitada estava que não recuei, julgando que era só ver, mas os seus lábios procuraram imediatamente os mamilos, e eu perdi o controle, desejava era sentir algo no meio das minhas pernas.
Eu própria levei a mão ao meio das pernas dele, apalpado um rolo rijo que eu nunca tinha visto e me pareceu enorme.
Foi quando me perguntou:
queres ver o que está aí?
Sim.
Ato contínuo se deitou para fora das calças um inerme rolo de carne cheio de veias, preto como carvão, no qual peguei com ambas as mãos e tão rijo que parecia pedra. Meu Deus, é isto que mais tarde ou mais cedo irá entrar em mim? Sem imaginar que iria ser naquele dia.
Já viste o que eu tenho entre as pernas, agora serás tu a mostrar.
Não, tenho vergonha.
E não tiveste vergonha de ver o meu?
Dito isto puxou-me as cuecas. Ainda levei as mãos ao meio das pernas, mas ele as afastou, mirando com atenção a cona nada depilada. Apenas exclamou:
Que linda, tão fechadinha e tanto que escorre. Estes lábios merecem ser beijados.
Fui eu que sugeri - Vamos para a cama!
Ao chegar a cama abriu-me as pernas e de imediato os seus lábios se uniram aos da cona! Não só os lábios, pois a língua rodopiava no clitóris, nunca havia sentido prazer semelhante. Puxava-lhe a cabeça para o meio das minhas pernas, eu gemia, eu gritava de prazer, em dado momento pedi:
- Para, não posso mais.
Já gozaste, mete agora isto na boca. Não cabe. Experimenta. Hesitei, mas levei-o à boca.
Do orifício escorria um líquido que lambi, talvez por tão entesada estar e embora com dificuldade consegui meter a cabeça na boca, magoando bastante os cantos dela, mas não entrava mais.
- Chupa como um gelado.
Eu procedia como ele dizia. Aconteceu que de repente uma golfada, que depois soube ser gozo dele, encheu-me a boca.
- Aí o que isto?
- Engole ou deita fora.
Indecisa, mas como já tinha tomado o paladar engoli e ainda lhe disse:
- Já gozamos, não fazemos mais nada.
Mas depois de alguns minutos, ele começou a dedilhar a cona, reacendeu-me o tesão e ao pensar no caralho que não consegui meter totalmente na boca, receava a sua dimensão, mas ao mesmo tempo desejava senti-lo, para saber como era e experimentar.
Perguntei-lhe como seria melhor: para me deitar de costas e descontrair. É fácil dizer, o pior é conseguir. Fiz como ele recomendou!
Ele abriu-me as pernas, colocou-se no meio delas e os seus lábios e língua atuaram na cona como já tinham feito. Na verdade, era delicioso e mais ainda quando, afastando os pentelhos, roçava com a cabeça da tora preta nos lábios externos, tentando meter, mas depois não metia e afastava. Eu desesperada, elevava as ancas porque gostava do contacto. Em dado momento senti fazer pressão e entrou a cabeça entre os lábios externos! Dei um grito porque doeu:
- Para e tira, está doendo!
Mas ele não tirou, tornei a pedir; tira que é muito grosso e não aguento. Tentei sair debaixo dele, mas não consegui. Ele segurava-me e começou a forçar, sentia-me rasgar, eu gritava e chorava, ai caralho não aguento.
Amor, para casares comigo, tens que te habituar.
Para finalizar deu uma estucada e entrou todo.
A dor foi tão forte que desmaiei. Recuperei com ele a molhar-me o rosto...
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