segunda-feira, junho 29, 2026
sexta-feira, junho 26, 2026
SOBRINHO GOZA NAS CALCINHAS DA MINHA ESPOSA
Somos evangélicos e muito reprimido na cama. por causa dela que sempre fala que quase tudo e pecado. Vou direto ao ponto, por causa de uma fatalidade com meu irmão e sua esposa, meu sobrinho Bruno veio morar em nossa casa. Ele, um adolescente, moreno e para sua idade alto, calado e muito tímido. Adotamos ele como nosso filho e fazemos o melhor para fazer dele um homem!
Pois bem fiz de tudo para lhe deixar a vontade e fazer ele se sentir em casa mas ele era muito calado e tenso então fiz o que todo pai faz, fui olhar o histórico do nosso computador e tive uma bela surpresa , o que ele tinha de calado tinha de tarado….tudo era relacionado a mulheres mais velhas e calcinhas….logo saquei o que acontecia ele tinha tesão em minha esposa e principalmente nas calcinhas…nas fotos várias calcinhas de todos os tipos mas todas meladas de porra.
Então coloquei câmeras espalhada pela casa sem ninguém saber. Logo comprovei que ele esperava a Sueli tomar banho e logo depois que ela saia ele ia também, procurava no cesto de roupas sujas as calcinhas usadas da minha esposa, cheirava e gozava na parte que fica em contato com a buceta... um gozo farto e rápido menos de 1 minuto. Depois lavava e colocava no fundo do cesto.
Dias depois fui falar com ele e fui direto ao ponto: Perguntei porque ele gozava nas calcinha da Sueli? Ele abaixou a cabeça, negou, mas logo mostrei a prova e ele ficou com cara de choro e me falou que não fazia por querer e que o tesão era mais forte que ele e pediu desculpas pelo que tinha feito…
O que faço? Isso é normal?
quarta-feira, junho 24, 2026
segunda-feira, junho 22, 2026
TESÃO DE SEGUNDA #15 - QUERES FODER COM OUTRO?
sexta-feira, junho 19, 2026
NUDISM LIFE MAGAZINE N.1
quarta-feira, junho 17, 2026
FISSURADO POR BUCETAS COM LÁBIOS GRANDES
segunda-feira, junho 15, 2026
sexta-feira, junho 12, 2026
DAVA O CUZINHO PARA NÃO PERDER O CABAÇO
quarta-feira, junho 10, 2026
UMA ROLA NEGRA PARA PREENCHER MINHA CONA
Não digo para recusar depois uma menor, só assim pode apreciar o que é melhor. Eu fui influenciada por uma amiga, quando experimentei tinha 39 anos, portanto nunca é tarde para nova experiência
Essa amiga, mais velha, 42 anos, viúva, perguntei-lhe porque não voltava casar. Respondeu-me estar bem assim, confessando-me que o sexo não lhe faltava. Tinha 2 vizinhos irmãos, angolanos. O relacionamento sexual com um deles era espetacular, nem com o marido assim tinha gozado.
Ela nem queria acreditar que o enorme membro dele estava todo dentro de si, que sensação maravilhosa sentir-se totalmente preenchida. Houve alguma dificuldade para entrar, mas só primeira vez. Presentemente o prazer era sempre total e os orgasmos nunca falhavam.
Fique curiosa, curiosidade que aumentou quando me disse ter falado em mim ao Bruno, o outro irmão e este se prontificou oferecer-nos um almoço em qualquer restaurante para me conhecer.
Não só a curiosidade, mas também o bichinho que me devorava, levou-me aceitar o convite. Afinal que mal poderia haver num simples almoço? O meu marido só regressaria pelas 20 horas, nem iria saber.
Encontramo-nos em casada minha amiga, 2 negrões como carvão, mas simpáticos e onde os elogios do Bruno foram constantes! Qual a mulher que não se envaidece ao ser elogiada? Porque se esquecem os maridos desse pormenor tão importante?
No restaurante nos sentamos eu ao lado do Bruno e a minha amigo ao do Ricardo. As refeições bem regadas muito nos descontraíram, não tardando a sentir a mão do Bruno sobre a minha coxa. A primeira vez ainda a tirei, mas perante a sua insistência deixei-o continuar, porque a verdade é que sentia o meio das minhas pernas escorrendo.
Findo o almoço, por sugestão da minha amiga, dirigimo-nos ao seu apartamento, bastante eufóricos mas conscientes.
Creio que a minha amiga já tinha um plano, não sei se em colaboração com os irmãos, porque após chegar ao apartamento nos disse que o Ricardo lhe queria mostrar-lhe alterações feitas em sua casa e que eu ficasse com o Bruno por alguns instantes.
Ali fiquei eu, tal como uma ovelhinha indefesa, perante um lobo esfomeado, mas estava num tal estado que desejava mesmo ser comida, não esboçado o mínimo gesto de defesa quando sentiu os lábios e a língua do lobo o seu pescoço.
A verdade é que não acreditei na história das alterações, naquele momento estavam certamente fodendo! Porque não faria eu mesmo? Com o Bruno me abraçando e beijando eu própria sugeri: vamos prá cama da minha amiga estaremos mais confortáveis!
Foi portanto junto à cama que ficamos tal como viemos ao mundo. Que susto quando vi o que iria entrar em mim, mas se a minha amiga tanto gozava com um semelhante também eu iria experimentar.
O Bruno levava-me ás nuvens com um sexo oral que nunca o meu marido tanto me tinha feito gozar, mas tremi quando ele se posicionou no meio das minhas pernas para meter aquele tição preto. Ai minha coninha que não mais será mesma, como irei justificar ao meu marido o estado em que vás ficar?
Ele roçava a cabeça da piroca nos lábios da cona, que sensações maravilhosas, eu elevava as ancas com desejo daquilo entrar, mas quando meteu a cabeça gritei: ai Bruno isso é muito grosso e não vai caber! Só te custará a primeira vez que entrar. Meterei devagar para ires habituando. Sim, mas o sofrimento é mais longo; mete numa só estucada. Ele assim fez: como cabeça já estava dentro entrou o restante. Eu bem mordia o lençol, porém não conseguia suster os ais, mas tinha-o todo dentro de mim, bem preenchida estava. Fui habituando-me. Só passado algum tempo ele se movimentou.
Apesar de dolorida estava sendo gostoso, tirava quase tudo e depois metia novamente. Quando puxava era como uma ventosa, parecia que o meu interior ia sair.
Passou uma semana, a 2ª vez como Bruno em casa das minha amiga, já sem nada me doer, que comecei realmente a gozar, com orgasmos intermináveis, aquele caralho preto enlouquecia-me."
segunda-feira, junho 08, 2026
sexta-feira, junho 05, 2026
O BOQUETE É BOM MAS O CUZINHO É EXCELENTE!
quarta-feira, junho 03, 2026
ESPOSA EVANGÉLICA FAZ MARIDO DE CORNO
Sempre desejei ver minha esposa sendo possuída por outro macho, porém, por questões religiosas, ela sempre relutou.
Há pouco mais de um ano tivemos nossa primeira experiência extraconjugal. Apresentei um amigo a ela. Depois de alguns dias trocando mensagens e fotos minha esposa finalmente se convenceu me fazer corno.
O primeiro encontro entre os dois foi em casa, na sala, na minha frente… Ela disse que apenas se beijariam, mas depois algumas horas de muito vinho e amassos, ela se ajoelhou, abriu o zíper da calça do meu amigo, chupou o pau dele por longos minutos, e sorrindo me disse:
– O pau dele é maior e mais grosso que o seu! Não vou dormir antes de levar uma gozada!
Ele a encostou na parede e como estava de minissaia e sem calcinha, abriu as pernas dela e meteu em pé na buceta dela. Nunca senti tanto tesão em toda minha vida, vendo minha esposa, evangélica desde os 14 anos, gemendo e abrindo cada vez mais as pernas para ele enfiar o pau na bucetinha que ela prometeu ser apenas minha para sempre.
Neste momento descobri que nasci pra ser corno.
Ele gozou dentro dela. Quando tirou o pau vi escorrer muita porra, coisa que só havia visto em filmes de sacanagem. Minha esposa mal respirava, mas mesmo assim enquanto ele foi para o banheiro ela me beijou e perguntou se eu havia gostado.
Hoje em dia, pelo menos duas vezes ao mês, ele vem em casa e eles transam na minha cama. Estou absolutamente hipnotizado por este estilo de vida, nunca senti algo tão prazeroso. Sei que muitos devem achar pecado e que isso que fazemos até hoje (e que independentemente do que os outros pensam, vamos continuar a fazer, pois os dois concordam e ambos sentimos prazer nisto), mas o prazer com outros parceiros é livre desde que haja consentimento e respeito.
Ultimamente saiamos para festas e passeios e no final vamos para casa. Eu nunca participei, fico fora do quarto, não e o que eu quero, mas é muito excitante.
Esse amigo viajou a serviço e só retorna daqui a um ano. Procuramos um comedor bom de papo para seduzir minha esposa, faze-la de putinha e que me faça de corno novamente.



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