No amor e na cozinha há de se comer sempre com os olhos, passear a língua sobre os lábios e engolir todos os líquidos da gula.
Deve-se elevar a imaginação a céus nunca dantes navegados e cobiçar com a intensidade dos avarentos. Não se deve poupar um milímetro do fio do desejo, nem o guardar para olhares futuros.
O olhar da gula não tolera poupanças e é sempre perdulário.
Texto extraído do livro, Amor se Faz na Cozinha, publicado pela Editora Bertrand.
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