quarta-feira, junho 10, 2026

UMA ROLA NEGRA PARA PREENCHER MINHA CONA


"Todas as mulheres que gostam de foder deviam experimentar as sensações que uma piroca bem grossa provoca quando entra na cona.

Não digo para recusar depois uma menor, só assim pode apreciar o que é melhor. Eu fui influenciada por uma amiga, quando experimentei tinha 39 anos, portanto nunca é tarde para nova experiência

Essa amiga, mais velha, 42 anos, viúva, perguntei-lhe porque não voltava casar. Respondeu-me estar bem assim, confessando-me que o sexo não lhe faltava. Tinha 2 vizinhos irmãos, angolanos. O relacionamento sexual com um deles era espetacular, nem com o marido assim tinha gozado.

Ela nem queria acreditar que o enorme membro dele estava todo dentro de si, que sensação maravilhosa sentir-se totalmente preenchida. Houve alguma dificuldade para entrar, mas só primeira vez. Presentemente o prazer era sempre total e os orgasmos nunca falhavam.

Fique curiosa, curiosidade que aumentou quando me disse ter falado em mim ao Bruno, o outro irmão e este se prontificou oferecer-nos um almoço em qualquer restaurante para me conhecer.

Não só a curiosidade, mas também o bichinho que me devorava, levou-me aceitar o convite. Afinal que mal poderia haver num simples almoço? O meu marido só regressaria pelas 20 horas, nem iria saber.

Encontramo-nos em casada minha amiga, 2 negrões como carvão, mas simpáticos e onde os elogios do Bruno foram constantes! Qual a mulher que não se envaidece ao ser elogiada? Porque se esquecem os maridos desse pormenor tão importante?

No restaurante nos sentamos eu ao lado do Bruno e a minha amigo ao do Ricardo. As refeições bem regadas muito nos descontraíram, não tardando a sentir a mão do Bruno sobre a minha coxa. A primeira vez ainda a tirei, mas perante a sua insistência deixei-o continuar, porque a verdade é que sentia o meio das minhas pernas escorrendo.

Findo o almoço, por sugestão da minha amiga, dirigimo-nos ao seu apartamento, bastante eufóricos mas conscientes.

Creio que a minha amiga já tinha um plano, não sei se em colaboração com os irmãos, porque após chegar ao apartamento nos disse que o Ricardo lhe queria mostrar-lhe alterações feitas em sua casa e que eu ficasse com o Bruno por alguns instantes.

Ali fiquei eu, tal como uma ovelhinha indefesa, perante um lobo esfomeado, mas estava num tal estado que desejava mesmo ser comida, não esboçado o mínimo gesto de defesa quando sentiu os lábios e a língua do lobo o seu pescoço.

A verdade é que não acreditei na história das alterações, naquele momento estavam certamente fodendo! Porque não faria eu mesmo? Com o Bruno me abraçando e beijando eu própria sugeri: vamos prá cama da minha amiga estaremos mais confortáveis!

Foi portanto junto à cama que ficamos tal como viemos ao mundo. Que susto quando vi o que iria entrar em mim, mas se a minha amiga tanto gozava com um semelhante também eu iria experimentar.

O Bruno levava-me ás nuvens com um sexo oral que nunca o meu marido tanto me tinha feito gozar, mas tremi quando ele se posicionou no meio das minhas pernas para meter aquele tição preto. Ai minha coninha que não mais será mesma, como irei justificar ao meu marido o estado em que vás ficar?

Ele roçava a cabeça da piroca nos lábios da cona, que sensações maravilhosas, eu elevava as ancas com desejo daquilo entrar, mas quando meteu a cabeça gritei: ai Bruno isso é muito grosso e não vai caber! Só te custará a primeira vez que entrar. Meterei devagar para ires habituando. Sim, mas o sofrimento é mais longo; mete numa só estucada. Ele assim fez: como cabeça já estava dentro entrou o restante. Eu bem mordia o lençol, porém não conseguia suster os ais, mas tinha-o todo dentro de mim, bem preenchida estava. Fui habituando-me. Só passado algum tempo ele se movimentou.

Apesar de dolorida estava sendo gostoso, tirava quase tudo e depois metia novamente. Quando puxava era como uma ventosa, parecia que o meu interior ia sair.

Passou uma semana, a 2ª vez como Bruno em casa das minha amiga, já sem nada me doer, que comecei realmente a gozar, com orgasmos intermináveis, aquele caralho preto enlouquecia-me."

Um comentário:

  1. Anônimo11.6.26

    O fetichista do negro pauzudo está sempre presente entre as mulheres. Bastou a amiga falar que trepava com um que aflorou todo o desejo nela de ser a puta do negro pauzudo, sem nem pensar no marido corno! Mais uma puta disponível para a satisfação dos machos!

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